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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Dom Gilberto Pastana inicia série de visitas às casas religiosas da Diocese de Crato

Dom Gilberto Pastana, agora bispo diocesano, iniciou, nesta quarta-feira, dia 25, mais uma série de visitas, dessa vez às casas religiosas da Diocese de Crato. O objetivo continua o mesmo: inteirar-se dos carismas, espiritualidade e trabalho desenvolvido na diocese.





Durante esta tarte, ele esteve com as Irmãs da Congregação das Filhas de Santa Teresa de Jesus, criada pelo primeiro bispo, Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva. Na ocasião, regada a boas conversas e risadas, Dom Gilberto conheceu a “Casa-Mãe”, sede do Governo Geral, e o Abrigo Jesus Maria José, onde vivem as religiosas idosas. A visita foi concluída na manhã desta quinta, quando também conheceu o Centro de Pastoral Sagrado Coração de Jesus (ou Liceu Diocesano), que atende cerca de 500 crianças e assiste 120 idosos
Fundada pelo primeiro bispo da Diocese de Crato, Dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, em 04 de março de 1923, a Congregação das Filhas de Santa Teresa de Jesus está presente em 21 comunidades, dividida nas regiões de Fortaleza e Tauá; Cariri (nas cidades de Caririaçu, Crato, Icó, Iguatu e Juazeiro do Norte), Paraíba (Sousa), Piauí (Campo Maior, Piracuruca e Foriano), além de São Paulo (Ribeirão Preto e Sertãozinho).
Ao todo, são 87 consagradas, das quais 54 [mais uma noviça] estão no Cariri. A Espiritualidade da Congregação é “Cristocêntrica Teresiana”, isto é, Jesus Cristo enquanto centro da história do mundo à luz dos ensinamentos de Santa Teresa. O carisma [relacionado à graça ou dom divino] está voltado para o atendimento da juventude ou moças desprovidas de instrução. Os trabalhos das Irmãs são desempenhados em escolas, comunidades, obras sociais e outros segmentos missionários.
Prosseguindo suas visitas, na manhã desta quinta-feira, dia dia 26, Dom Gilberto esteve com as religiosas da Sociedade das Filhas do Coração de Maria, também residentes em Crato.
A comunidade visitada chama-se Nossa Senhora das Graças. Ali vivem cinco irmãs: Maria Digna, Maria Lavor, Maria Margaret [da Pastoral Diocesana da AIDS], Rosa Margarida e Vanice Bezerra.
O carisma da congregação está voltado para o serviço da Igreja, “conforme as necessidades dos tempos e lugares, conservando o essencial da vida religiosa em pleno mundo”. Quanto a espiritualidade, esta busca “ter Cristo como centro da Igreja a quem serve, e Maria como modelo
A sociedade foi fundada em 19 de julho de 1790, durante a Revolução Francesa, por Maria Adelaide Champion de Cicé e Pedro José de Cloriviére, adotando como modelo a Maria Santíssima e a vida dos primeiros cristãos, com o objetivo de “conservar a Vida Religiosa na Igreja e suprir a falta de congregações religiosas abolidas pelo poder civil”.

A Sociedade das Filhas do Coração de Maria participa na Missão Universal da Igreja pelo serviço aos irmãos”, nos mais variados tipos de apostolado: pastoral e evangelização, educação, promoção humana. No contexto da diocese de Crato, o trabalho está voltado para o cuidado com os idosos e também assistência à Pastoral da AIDS.

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