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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Princípio de Montim

Mais um princípio de motim foi registrado durante o banho de sol na manhã desta quarta-feira na nova cadeia pública de Juazeiro do Norte denominada de “Tourinho”. Tudo começou com a tentativa de enfrentamento de facções rivais no interior daquela unidade prisional que funciona no bairro Campo Alegre. Durante o conflito, algumas celas teriam sido quebradas por internos a exemplo de beliches.
Pedras foram atiradas de um lado para outro e existem informações que um agente prisional teria sido atingido. Além disso, detentos destruíram beliches e atearam fogo em colchões causando um enorme fumaceiro o qual podia ser visto de longe. A polícia foi acionada e esteve no local para conter os ânimos e por fim à rebelião. O Promotor de Justiça titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro, Gustavo Morgado, também foi ao local ajudar no controle da situação.
No último dia 10 de janeiro já tinha ocorrido uma rebelião naquele cárcere e 40 presos terminaram transferidos para a Penitenciária Industrial Regional do Cariri (PIRC). O conflito durou cerca de uma hora quando os presidiários amotinados destruíram várias celas e queimaram colchões em cenas de vandalismo e revolta. Eles ainda tentaram reagir ante a chegada de policiais militares, mas foram contidos à base de balas de borracha e bombas de gás para conter a depredação do prédio público.
A primeira rebelião na nova cadeia de Juazeiro aconteceu no dia 27 de setembro durante o banho de sol a partir de um conflito entre internos até a chegada de tropas da PM. Quando os policiais se retiraram, os detentos voltaram a se rebelar causando novo tumulto e intenso fumaceiro motivado pela queima de colchões. Na época, surgiu uma informação que tinham serrado duas grades e estavam no pátio da cadeia.

*(miseria.com)*Mais um princípio de motim foi registrado durante o banho de sol na manhã desta quarta-feira na nova cadeia pública de Juazeiro do Norte denominada de “Tourinho”. Tudo começou com a tentativa de enfrentamento de facções rivais no interior daquela unidade prisional que funciona no bairro Campo Alegre. Durante o conflito, algumas celas teriam sido quebradas por internos a exemplo de beliches.
Pedras foram atiradas de um lado para outro e existem informações que um agente prisional teria sido atingido. Além disso, detentos destruíram beliches e atearam fogo em colchões causando um enorme fumaceiro o qual podia ser visto de longe. A polícia foi acionada e esteve no local para conter os ânimos e por fim à rebelião. O Promotor de Justiça titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro, Gustavo Morgado, também foi ao local ajudar no controle da situação.
No último dia 10 de janeiro já tinha ocorrido uma rebelião naquele cárcere e 40 presos terminaram transferidos para a Penitenciária Industrial Regional do Cariri (PIRC). O conflito durou cerca de uma hora quando os presidiários amotinados destruíram várias celas e queimaram colchões em cenas de vandalismo e revolta. Eles ainda tentaram reagir ante a chegada de policiais militares, mas foram contidos à base de balas de borracha e bombas de gás para conter a depredação do prédio público.
A primeira rebelião na nova cadeia de Juazeiro aconteceu no dia 27 de setembro durante o banho de sol a partir de um conflito entre internos até a chegada de tropas da PM. Quando os policiais se retiraram, os detentos voltaram a se rebelar causando novo tumulto e intenso fumaceiro motivado pela queima de colchões. Na época, surgiu uma informação que tinham serrado duas grades e estavam no pátio da cadeia.

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