Seis mulheres foram
assassinadas no Ceará durante o fim de semana. Somente em Fortaleza foram três
crimes do gênero, outros dois em Juazeiro do Norte e o sexto caso no Município
de Caucaia, na Região Metropolitana da Capital. Em dois casos, uma adolescente
e uma jovem foram executadas por ordem de uma facção.
O
primeiro caso ocorreu ainda na tarde da última sexta-feira (24), quando a
aposentada Maria Nísia Teixeira Freitas, 82 anos, foi morta
a pauladas em sua residência na Praia do Icaraí, em Caucaia. Foi um crime de
latrocínio (roubo seguido de morte). Duas pessoas foram presas em flagrante,
sendo a própria cuidadora da vítima, identificada como Bismel dos Santos, 52 anos;
e seu amante, Carlos André Teixeira dos Santos , 31, que foi preso após uma
perseguição policial. Ele havia roubado o carro da idosa.
Ainda
na sexta-feira, à noite, uma adolescente de aproximadamente 16 anos,
foi morta a tiros no bairro Conjunto Ceará. O crime teria sido ordenado por
bandidos de uma facção criminosa. Após ser executada a tiros, a vítima (ainda
não identificada) teve o corpo arrastado e deixado sobre os trilhos próximo à
estação da Jurema, em Caucaia.
Na
madrugada do sábado (25), a ex-presidiária Dayane da Silva
Mascarenhas, 30 anos, foi morta, a tiros, quando dormia em sua
residência, localizada no bairro São José, na cidade de Juazeiro do Norte. A
Polícia acredita em um “acerto de contas”.
Na
tarde de sábado, uma jovem identificada apenas por Kauane foi
assassinada, a tiros dentro de um bar no bairro Vila Peri, em Fortaleza.
Segundo testemunhas, um homem invadiu o local e disparou vários tiros na cabeça
da mulher, que teve morte instantânea.
Na
noite de sábado, por volta de 23 horas, uma mulher de 27 anos, identificada
como Damiana Samara Apolinário da Silva, foi morta a golpes
de faca na cidade de Juazeiro do Norte. O crime ocorreu na residência da
vítima, no bairro Triângulo. O suspeito do crime já foi identificado, mas está
foragido. Outra mulher também ferida foi hospitalizada.
O
sexto crime do gênero aconteceu no domingo (26), onde Simone Kelly
Alves de Andrade foi morta, a tiros, dias após ter gravado um
vídeo e postado nas redes sociais e, que afirmou que estavam “rasgando a
camisa” de uma facção criminosa e ingressando em outra.
