Antônio Carlos Barroso Neto foi encontrado morto no dia 13 de fevereiro na localidade de Baixio. O corpo foi recolhido e levado para o núcleo da Perícia em Tauá. Porém, como não há documentos, ele ainda não foi liberado.
Os familiares se queixam da demora para realizar o sepultamento, além de ainda não saberem a causa da morte de Antônio Carlos.
“Já foi dada a entrada no registro [de nascimento], a família está toda esperando por esse corpo, e não estamos conseguindo liberar por falta de documento, que ele não tinha. A gente está precisando tirar o corpo do IML”, cobra irmã de Antônio Carlos, a agricultora Ana Lúcia Barroso de Sousa.
Os parentes recebem apoio jurídico do município de Quiterianópolis, que informou não haver dúvidas em relação à identidade do homem, diante de exame de DNA já feito junto à Perícia Forense de Tauá, que confirmou o parentesco entre Antônio Carlos e Ana Lúcia. Apesar do laudo, o corpo não foi liberado.
A Pefoce alega realizar todos os procedimentos legais de exames cadavéricos para substanciar a Justiça em investigações e diz aguardar a autorização judicial para a liberação do corpo.
O Sistema Verdes Mares procurou o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) para saber sobre a decisão judicial que pode autorizar à família retirar o corpo e aguarda posicionamento.
