O Ceará registrou sete mortes por Chikungunya em 2022.). Anotado o primeiro caso de óbito em Fortaleza. As outras seis mortes aconteceram no Cariri (três) e no Centro-Sul (três). Fortaleza ainda tem duas mortes suspeitas em investigação. Ao todo este ano foram notificados mais de 6 mil casos da doença no Estado, sendo 3.058 em Fortaleza.
A Prefeitura Municipal de Fortaleza (PMF) alerta a população sobre os focos de Arboviroses, encontrados nas residências em 80% dos casos. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) segue realizando visitas domiciliares
A PMF divulga, nesta quarta-feira (25 de maio), Boletim Epidemiológico Semanal de Arboviroses, elaborado pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde da SMS. Os dados registrados até segunda-feira (23 de maio), correspondente à 20ª Semana, sinalizam para uma incidência das Arboviroses ainda dentro do Padrão Endêmico do Município, mas em Cenário Pré-Epidêmico para Chikungunya, com um óbito confirmado.
- Abril, maio e junho são, historicamente, meses de maior carga de transmissão de Arboviroses, devido à quadra chuvosa. Com a extensão desse período de chuvas, aumenta o potencial de criadouros, e é preciso que a população fique atenta”, explica o coordenador da Vigilância em Saúde de Fortaleza, Nelio Morais.
Chikungunya - Até a última segunda-feira (23 de maio), foram confirmados 3.058 casos de Chikungunya na Capital, além de um óbito confirmado e dois em investigação. A taxa de incidência da doença é de 113,1 casos por 100 mil habitantes. 88 bairros de Fortaleza já registraram casos, sendo José Walter, Jardim das Oliveiras e Cidade dos Funcionários os que possuem mais casos confirmados. Após a alta incidência em 2016 e epidemia em 2017, o cenário para Chikungunya foi de transmissão residual com notória diminuição dos casos. No entanto, a positividade em 2022 é próxima a que foi registrada no mesmo período de 2016 (55,0%).