Em
audiência que começou pela manhã e durou mais de quatro horas neste sábado, a
Justiça do Paraguai decidiu por manter Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis,
presos pelo uso de documentos falsos. A ordem de prisão preventiva foi dada
pela juíza Clara Ruíz Díaz. Ambos seguirão em reclusão na Agrupación Especializada
da Polícia Nacional do Paraguai, em Assunção. A prisão preventiva
pode durar até seis meses.
O promotor Osmar
Legal pediu a manutenção da prisão preventiva dos brasileiros alegando
"risco de fuga e que o Brasil não extradita seus cidadãos". Por outro
lado, a defesa alegou que o empresário Assis tem um problema no coração e
precisa de cuidados médicos (não apresentaram exames ou atestados exigidos pela
lei paraguaia) e tentou, sem sucesso, transformar o caso em prisão domiciliar.
